Imaginação e realidade se misturam em “O Retorno de Mary Poppins”

(Foto: Divulgação)

Mais de 50 anos após o lançamento do primeiro longa-metragem, “O Retorno de Mary Poppins” chega às salas de cinema em 19 de dezembro. “Mary Poppins” estreou em 1964. Protagonizada por Julie Andrews, a produção venceu cinco das treze categorias que concorria no Oscar e rendeu aos Estúdios Disney cerca de US$100 milhões. Estima-se que a sequência renderá o mesmo valor da obra original apenas no primeiro final de semana de exibição.

Michael Banks (Ben Whishaw) conta com o auxílio da irmã Jane (Emily Mortimer) e da empregada Ellen (Julie Walters) para a criação dos filhos Annabel (Pixie Davies), John (Nathanael Saleh) e Georgie (Joel Dawson). Envolvidos em sérios problemas financeiros, Michael e Jane começam a procurar por documentos que comprovem que seu pai possuía ações no banco, necessários para quitar a dívida e manter a casa em suas posses. Protegidas por Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender e apagar as lamparinas do bairro, as crianças brincam no parque quando são surpreendidas pela chegada de Mary Poppins (Emily Blunt).

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“O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, em meados dos anos 30, cerca de 25 anos após os acontecimentos da história original. Firme e debochada na medida certa, Emily Blunt mantém o dinamismo criado por Julie Andrews para o primeiro longa-metragem, grande acerto da nova produção. Lin-Manuel Miranda conquista os espectadores com sua doçura, enquanto Meryl Streep rouba a cena como a excêntrica Topsy, prima de Mary Poppins.

Como em “Mary Poppins”, o longa-metragem possui momentos em animação desenvolvidos de maneira lúdica, visualmente parecidos com os desenhos criados há 50 anos. As cenas são essenciais para que “O Retorno de Mary Poppins” relembre o clima da primeira produção. Além da atmosfera, há inúmeras surpresas espalhas pelo filme, como personagens homenageados ao serem reinterpretados por novos atores e a emocionante participação de Dick Van Dyke. Aos 93 anos, o intérprete de Bert em “Mary Poppins” arrisca alguns passos de sapateado ao viver o Sr. Dawes Jr., presidente do Fidelity Fiduciary Bank.

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Chamada para participar de “O Retorno de Mary Poppins”, Julie Andrews recusou o convite afirmando que o longa-metragem deveria ser apenas o momento de Emily Blunt. Destaque na equipe criativa de musicais cinematográficos como “Chicago” (2002), “Nine” (2009) e “Into The Woods” (2014), Rob Marshall dirigiu, produziu e coreografou “O Retorno de Mary Poppins”. Sem data prevista para estreia, o artista será o responsável pela direção do live-action de “A Pequena Sereia”. Além da história de Ariel, os Estúdios Disney se preparam para o lançamento de “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin”. Todos em 2019.